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Entenda como fica a nova composição do Senado
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Dois terços do Senado mudam de mão a partir de 2027. Neste domingo (4), os eleitores escolheram dois senadores em cada estado e no Distrito Federal: 54 das 81 cadeiras, no sistema majoritário. Levam a vaga os dois mais votados em cada unidade da Federação. Os outros 27, eleitos em 2022, não tiveram o mandato submetido às urnas e seguem até janeiro de 2031. O quadro novo só se completa somando esses parlamentares aos eleitos de agora.

(Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
Senado tem três representantes por estado e três pelo Distrito Federal, independentemente da população (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)

A Casa tem três representantes por estado e três pelo Distrito Federal, independentemente da população — diferente da Câmara, em que o número de cadeiras varia. O mandato dura oito anos. Por isso a renovação é alternada: numa eleição entram 27 nomes, um terço; quatro anos depois, 54, dois terços. Os eleitos deste domingo se juntam, portanto, aos 27 que já tinham mandato até 2031.

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Entre os nomes definidos nas urnas estão, no Acre, Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos); no Amapá, Rayssa Furlan (PODE) e Lucas Barreto (PSD); no Distrito Federal, Michele Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL). No Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos). Em Mato Grosso, Mauro Mendes (União) e Zé Medeiros (PL); em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL).

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No Rio de Janeiro, Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL). No Rio Grande do Sul, Sanderson (PL) e Marcel Van Hattem (Novo). Em Rondônia, Dr. Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL). Em Roraima, Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB). Em Santa Catarina, Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL). Em Sergipe, Rogério Carvalho (PT) e Delegado Alessandro (MDB).

Fonte: Agência Brasil

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