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“Dormi achando que era um pesadelo”, desabafa major da PM após morte da filha por espancamento
Termômetro da Política
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Um crime brutal chocou a família do major da Polícia Militar Neyfson Borges no último fim de semana. Sua filha, Naysa Kayllany da Costa Borges Nogueira, de 23 anos, foi encontrada morta com sinais de espancamento no fim do domingo (4). Nesta terça-feira (6), o oficial utilizou as redes sociais para expressar sua dor e prestar uma última homenagem à jovem.

Filha de major da PM é morta com sinais de espancamento (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Em um relato emocionante, o major descreveu o sentimento de perda: “Dormi achando que era um pesadelo. Acordei e percebi que não tomaremos mais nosso picolé favorito”. O pai ainda completou com um pedido simbólico à filha: “Separa um algodão doce, feito de nuvens aí do céu, para quando nos vermos novamente”. Ao agradecer as mensagens de apoio recebidas, Neyfson reforçou um pedido de fé: “Rezem por nós, principalmente por ela”.

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Naysa Kayllany era fã da saga Harry Potter, flamenguista e profissional do ramo da estética, atuando com maquiagem e alongamento de cílios. A jovem também nutria o sonho de se tornar psicóloga. O corpo da vítima foi liberado do Instituto Médico Legal e o sepultamento está previsto para ocorrer nesta terça-feira (6), no Cemitério Jardim da Saudade.

Investigação e diligências

De acordo com a Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar, o caso chegou ao conhecimento das autoridades após policiais do 14º BPM serem acionados por conta da entrada de uma mulher em óbito na UPA do Jardim Novo. Ao verificarem a situação na unidade de saúde, os agentes constataram que Naysa apresentava múltiplas lesões decorrentes de violência por espancamento.

Até o momento, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), unidade responsável pela investigação, não divulgou informações sobre suspeitos ou prisões relacionadas ao caso. Os agentes seguem realizando diligências e buscam por testemunhas que possam ajudar a esclarecer as circunstâncias do crime.

Com informações de portal g1.

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Palavras-chave
morteviolência