Elon Musk alcançou nesta sexta-feira (12) a marca de US$ 1,1 trilhão em fortuna, tornando-se a primeira pessoa da história a ultrapassar o patamar de um trilhão de dólares. A conquista foi impulsionada pela estreia das ações da SpaceX na Nasdaq, principal bolsa de valores de tecnologia dos Estados Unidos.

Com a abertura das negociações, as ações da empresa espacial dispararam quase 30% logo nos primeiros momentos, sendo negociadas a US$ 173,65. A revista Forbes passou a classificar Musk como o primeiro trilionário do planeta.
Antes mesmo dessa marca, Musk já ocupava o topo da lista de pessoas mais ricas do mundo elaborada pela Forbes. Sua fortuna é construída a partir de empresas como a Tesla, a SpaceX, a Starlink e a rede social X.
O executivo sul-africano, nascido em Pretória em 1971, construiu sua trajetória a partir de empresas de tecnologia. Entre seus primeiros negócios estão a Zip2, vendida em 1999, e a PayPal, que foi adquirida pela eBay em 2002 por US$ 1,5 bilhão. Em 2002, ele fundou a SpaceX e, em 2004, assumiu o controle da Tesla.
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Além dessas companhias, Musk também está à frente da Starlink, serviço de internet via satélite, da Neuralink, startup de neurociência, e da xAI, empresa de inteligência artificial. Ele também controla a rede social X, que comprou em 2022 por US$ 44 bilhões.
A SpaceX, em particular, ganhou destaque por desenvolver foguetes reutilizáveis e por avanços no turismo espacial e em planos de colonização de Marte. A Starlink, braço da empresa, expandiu significativamente as operações e hoje representa uma parte relevante do faturamento do grupo.
Segundo Pedro Waengertner, CEO da ACE Ventures, “Ele criou uma ‘superempresa’ de telecomunicações. Só a Starlink (braço da SpaceX) acabou se tornando um negócio global que hoje é maior do que a própria operação espacial em termos de faturamento”.
Musk, que também é entusiasta de criptomoedas e já manifestou interesse em diferentes setores, como energia solar e transporte de alta velocidade, consolidou sua posição como um dos principais nomes do Vale do Silício nas últimas duas décadas.
Com informações do portal g1.