O governador em exercício da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), cumpriu uma intensa agenda administrativa em Campina Grande na tarde desta terça-feira (24). Os compromissos foram pautados pelo fortalecimento das políticas públicas de assistência hospitalar e pelo avanço nas estratégias de enfrentamento à violência contra a mulher, consolidando o município como polo estratégico para a gestão estadual.

No evento “Planejando 2026: Transformando desafios em resultados”, promovido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), Lucas Ribeiro reuniu-se com diretores da rede estadual para alinhar as diretrizes da Programação Anual de Saúde (PAS) 2026. O encontro focou na análise de indicadores epidemiológicos e financeiros de 2025 para otimizar o atendimento à população.
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“A Paraíba tem avançado porque existe um time comprometido em servir, cuidar e dar solução a quem mais precisa”, afirmou o governador em exercício, destacando programas como o Opera Paraíba, o serviço de UTIs aéreas e as obras dos hospitais da Mulher em Campina Grande e no Sertão, além do Hospital de Trauma de Patos.
O secretário de Estado da Saúde, Ari Reis, enfatizou a escolha da Rainha da Borborema para o planejamento pelo segundo ano consecutivo. “Entendemos que Campina Grande tem se tornado um polo médico importante, não só pelo acesso mais facilitado ao interior, mas também pela estrutura que nos permite mais conforto para planejar”, pontuou.
Na segunda parte da agenda, no Escritório de Representação do Governo, Lucas Ribeiro tratou da ampliação dos mecanismos de denúncia e acolhimento com a secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura. O gestor ressaltou o impacto do recente concurso da Polícia Civil na área. “Graças a esse grande concurso que realizamos, conseguimos triplicar o número de Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher”, celebrou Lucas, reforçando que o tema é prioridade permanente da gestão.
A secretária Lídia Moura adiantou que o governo estuda novos mecanismos tecnológicos para facilitar o acesso das vítimas aos canais de proteção. “Estamos dialogando sobre novidades para ampliarmos a forma das denúncias, para que as mulheres encontrem um novo mecanismo para denunciar as violências”, explicou.
Com informações de Secom-PB.