Sete dos 13 blocos do pré-sal ofertados nesta quarta-feira (7) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis tiveram lance. Os bônus de assinatura das áreas negociadas somaram R$ 530,5 milhões. Seis blocos ficaram sem oferta. As áreas ficam nas bacias de Campos e Santos.

Arremataram Petrobras, Prio Forte e Equinor Brasil, além de dois consórcios: CNOOC Petroleum com Sinopec, e Equinor Brasil com Galp Energia Brasil. O leilão foi no regime de partilha. As empresas ficam com parte da produção para cobrir os custos, e o restante é dividido com a União. Vence quem oferecer a maior participação ao governo. O bônus de assinatura é definido antes e, por isso, não decide o vencedor. Além de dividir a produção, as vencedoras pagam esse valor pela assinatura dos contratos.
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Na Bacia de Campos, a Prio Forte levou Magnetita e Hematita. A Petrobras ficou com Azurita. Em Santos, Jade foi para o consórcio CNOOC e Sinopec; Cruzeiro do Sul, para a Petrobras; Rubi, para a Equinor Brasil; Rodocrosita, para Equinor e Galp. Também estavam na oferta, sem arremate registrado, Turmalina e Larimar, em Campos, e Aragonita, Opala, Granada e Cerussita, em Santos.
O pré-sal é uma extensa área no fundo do mar, com grandes reservas de petróleo e gás abaixo de uma espessa camada de sal. No Brasil, a região se estende por parte das bacias de Campos e Santos, no litoral do Sudeste. Os bônus mínimos do certame chegam a R$ 2,18 bilhões.
Com informações do portal g1.