O pré-candidato ao governo da Paraíba, Cícero Lucena (PP), intensificou as críticas à atual gestão estadual ao questionar o acúmulo de recursos públicos sem aplicação direta em demandas essenciais da população. Em entrevista nesta terça-feira (7), ele argumentou que manter grandes saldos em caixa, enquanto famílias lidam com escassez de água, revela distorção de prioridades na administração.

Para Cícero, o poder público deve equilibrar rigor fiscal com sensibilidade social. “O Estado não é um banco. Tem que ser eficiente no controle do gasto público e sensível para realizar os investimentos. Em pleno 2026, é inaceitável que o paraibano abra a torneira e não encontre água. A gestão pública não pode ser um exercício de contabilidade, mas um compromisso com a dignidade”, declarou.
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Ele citou o que classificou como promessas não cumpridas no Curimataú, mencionando o caso de Cuité. “O que vimos em cidades como Cuité foram desfiles de canos pelas ruas, uma encenação que enganou o povo, prometendo uma solução que nunca chegou. É preciso tratar a questão da água com a seriedade que a seca exige, não com marketing político”, afirmou.
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O pré-candidato defendeu que sua trajetória em cargos públicos o prepara para superar entraves históricos. No caso do Vale do Piancó, ele destacou o avanço do ramal da transposição, resultado de articulação do senador Veneziano Vital do Rêgo. Cícero garantiu que a obra será executada, independentemente de apoio federal. “O projeto para o Vale do Piancó já está garantido graças ao trabalho do senador Veneziano. Se o Governo Federal, por ventura, não financiar a obra, nós iremos tocar o projeto com recursos próprios do Estado. Não permitiremos que a burocracia ou o jogo político condene as famílias à sede. Água é prioridade zero”, concluiu.
Em seu plano, Cícero Lucena enfatiza a execução ágil de obras e o compromisso social, buscando superar abordagens que, segundo ele, valorizam mais o equilíbrio contábil do que o bem-estar cotidiano dos paraibanos.
Fonte: Assessoria de imprensa