A primeira viagem de cruzeiro de Kirsten Lindsey, de 28 anos, terminou em uma emergência médica de alto custo. Durante uma excursão em Roatán, na ilha de Honduras, a norte-americana sofreu uma lesão considerada “catastrófica” na região genital ao utilizar um balanço de corda em Little French Key. O acidente ocorreu no terceiro dia da viagem e gerou despesas médicas e de transporte que já chegam a cerca de US$ 50 mil (aproximadamente R$ 250 mil).

Segundo Blake Ford, namorado da jovem, uma corda auxiliar do balanço teria sido instalada de forma incorreta. Ao se lançar sobre a água, a linha se apertou entre as pernas de Kirsten momentos antes da queda. Inicialmente, ela acreditou ter sofrido apenas um arranhão e voltou ao píer rindo da situação. Poucas horas depois, porém, a dor aumentou rapidamente e o inchaço se agravou, fazendo com que a região lesionada chegasse ao tamanho de uma bola de beisebol. Kirsten precisou ser levada em cadeira de rodas até a cabine do navio.
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Ela recebeu atendimento por mais de 12 horas no centro médico da embarcação, mas o quadro continuou piorando. Diante da gravidade, o casal teve de decidir entre permanecer na enfermaria do cruzeiro até o fim da viagem, buscar atendimento em um hospital no México ou pagar por uma evacuação médica de emergência para os Estados Unidos.
A opção escolhida foi o transporte aéreo. Kirsten foi levada de ambulância até um aeroporto em Costa Maya, no México, e embarcou em um jato médico particular rumo à Flórida, onde passou pela primeira cirurgia. Para a evacuação, o casal pagou um depósito inicial de US$ 20 mil e outros US$ 30 mil na chegada aos Estados Unidos. Antes disso, eles já haviam desembolsado US$ 3,5 mil pelo atendimento na enfermaria do navio, valor que não incluía honorários médicos, medicamentos nem procedimentos.
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Após receber alta na Flórida, Kirsten retornou de carro para a Louisiana, pois não tinha condições de viajar de avião. Poucos dias depois, ela precisou ser internada novamente e passou por uma segunda cirurgia. Em publicação nas redes sociais, Ford afirmou que os médicos disseram nunca ter visto um ferimento semelhante e trabalham para evitar danos permanentes.
Para custear a recuperação, familiares criaram uma campanha de arrecadação online. Segundo eles, além das despesas médicas e do transporte de emergência, Kirsten também teve gastos com hospedagem, deslocamentos e perda de renda durante o período de recuperação.
Com informações do portal R7.