A aba de serviços do aplicativo do Airbnb passou a oferecer aluguel de carro em 300 cidades brasileiras, entre elas São Paulo, Brasília, Porto Seguro e Rio de Janeiro. A locação pode ir junto com a reserva da hospedagem ou ser feita à parte. Não é preciso ter imóvel reservado para tirar só o veículo. A contratação é em parceria com locadoras tradicionais, e a opção aparece no celular — na simulação do Jornal do Carro, não surgiu no desktop.

No bairro do Limão, em São Paulo, a plataforma indicou 51 veículos para uma diária. O mais barato foi um Renault Kwid da Foco, a R$ 145,76 por dia, com a ressalva de devolver o carro com a mesma quantidade de combustível. A própria plataforma destacou o Fiat Argo da Alamo como a opção mais econômica daquela busca, a R$ 224,89 por dia; quem já alugou o modelo pelo parceiro deu nota média de 8,1. O mais caro foi uma Volkswagen Saveiro da Unidas, a R$ 710,47. Diárias a partir de R$ 145.
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A novidade entra num mercado que, em 2025, movimentou R$ 61,7 bilhões, com frota de 1,7 milhão de carros e comerciais leves, segundo a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis. O faturamento subiu 16,6% ao ano e as frotas de locação, 6,2%. O país tem 37 mil locadoras ativas. A ideia do Airbnb é oferecer o serviço no aplicativo, em parceria com empresas próximas das reservas, para facilitar o acesso.
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O aplicativo nasceu em 2007, depois que os cofundadores Brian Chesky e Joe Gebbia receberam três hóspedes em casa, em São Francisco. O primeiro imóvel brasileiro foi cadastrado em 2009. O escritório passou a anunciar em português, com mais imóveis no país, em 2012, de olho na Copa de 2014. Estudo da Fundação Getulio Vargas aponta que o aluguel por temporada da plataforma gerou, em 2025, R$ 62,8 bilhões para o PIB e movimentou R$ 113,2 bilhões na economia. No site da empresa, há mais de 5,5 milhões de anfitriões no mundo e mais de 2,5 bilhões de pessoas que usaram o aplicativo para hospedagem.
Com informações do portal Terra.