O ministro Alexandre de Moraes assume nesta quinta-feira (16) a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) durante o período de plantão do recesso judiciário, que vai até 31 de julho. Como vice-presidente da Corte, ele reveza a função com o titular Edson Fachin.

O mesmo rodízio ocorreu no início de 2026. Naquela ocasião, Moraes determinou, no âmbito do inquérito das fake news, a abertura de investigação para apurar vazamentos de dados dos ministros por servidores da Receita Federal e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
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A divulgação da instauração do procedimento expôs os nomes dos servidores, o que gerou críticas do presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco), Kleber Cabral. Ele afirmou que seria mais seguro para os auditores monitorarem um membro do Primeiro Comando da Capital (PCC) do que autoridades de alto escalão. As declarações resultaram em intimação para que Cabral prestasse depoimento à Polícia Federal (PF).
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Durante a primeira fase do recesso atual, Moraes manteve a rotina de trabalho. No segundo dia, 3 de julho, renovou a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Nesta segunda-feira (13), três dias antes de assumir o comando da Corte, o ministro proibiu as visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao pai, em razão da divulgação da “carta aos brasileiros”. Com a medida, Bolsonaro fica impedido de discutir estratégias pessoalmente com o substituto na corrida ao Planalto.
Com informações do portal Gazeta do Povo.