A Prefeitura de João Pessoa iniciou, nesta segunda-feira (31), um curso de capacitação para 150 novos Agentes de Combate às Endemias (ACE). A formação busca preparar os profissionais para atuar na prevenção e no controle de doenças transmitidas por vetores, como a dengue, além de orientar moradores sobre medidas de proteção.

Especialmente no combate à dengue e a outras doenças transmitidas por vetores, segundo o prefeito, que ressaltou ainda que os agentes representam um importante reforço para a saúde da Capital, atuando diretamente nas comunidades e contribuindo para a proteção e a qualidade de vida da população.
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“Temos nos dedicado ao desenvolvimento de políticas públicas voltadas à nossa população e, hoje, os agentes iniciam um curso de capacitação, visando elevar a qualidade dos serviços prestados. Esta iniciativa assegura que esses profissionais estejam aptos a atuar nas ruas, fortalecendo a saúde pública e promovendo o bem-estar dos cidadãos pessoenses”, afirmou o prefeito durante solenidade, que ainda contou com participação de Renata Albuquerque, diretora de Vigilância e Saúde.
O Agente de Combate às Endemias (ACE) atua orientando a comunidade sobre medidas preventivas. Além disso, desempenha uma função essencial no acompanhamento de doenças transmissíveis, como a tuberculose, realizando o rastreamento e a proteção dos contactantes. Trata-se, portanto, de um elo fundamental para a preservação da saúde coletiva e a segurança sanitária da população.
“Iniciamos agora uma etapa de capacitação técnica e humanizada, fundamental para que esses novos colaboradores estejam devidamente preparados para atender às demandas da nossa população com excelência. Esses 150 novos agentes representam um reforço estratégico e indispensável para as ações de controle de endemias em nossa cidade”, destacou o secretário Municipal de Saúde, Luis Ferreira.
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Entre os participantes, João dos Santos falou em “oportunidade de aprendizado”. Ele também ressaltou a importância dos moradores entenderem o papel dos profissionais, facilitando a visita nas casas. “Essa parte é fundamental, porque a gente precisa conversar com as pessoas, com tempo para realizar um bom trabalho, que é para o bem de todos, para a saúde coletiva”, enfatizou.
Fonte: Assessoria de imprensa