Maria Eduarda Santana Nascimento faria aniversário na terça-feira (6) e já planejava a comemoração. Chamada de Duda pelos amigos, a jovem de 24 anos gostava de viajar, conhecer lugares e estar com os amigos, segundo familiares. Morreu baleada na manhã desta quinta-feira (1º), dentro do próprio carro, a caminho do trabalho, na Estrada de Itapecerica, perto da Avenida Agostinho Rubim, na Zona Sul de São Paulo.

O pai publicou um desabafo nas redes. “Minha filha estava a caminho do trabalho e, infelizmente, encontrou esse sei lá o quê despreparado que achou que estava num faroeste.” A família está abalada e decidiu não dar entrevistas neste primeiro momento. Velório e sepultamento ocorrem nesta sexta-feira (2), à tarde, num cemitério em Itapecerica da Serra.
Favorite o Termômetro da Política no Google e acompanhe as notícias mais importantes para o seu dia
O disparo que a matou ainda não teve a origem identificada. A polícia apura se a bala saiu da arma do assaltante, também morto, ou da do investigador da Polícia Civil Pedro Paulo Bassetti, que presenciou a tentativa de assalto e reagiu. No boletim, ele afirmou que tentou impedir o crime e que houve troca de tiros. O caso foi registrado como roubo seguido de homicídio decorrente de intervenção policial. A arma dele foi apreendida. Prestou depoimento na Corregedoria e foi liberado. A arma do assaltante foi entregue pelo próprio policial à Polícia Civil.
Leia também
Sem debate na Globo, Lula tem audiência no YouTube quase duas vezes maior que Flávio Bolsonaro
O Instituto de Criminalística vai produzir laudos para apontar de qual arma saiu o tiro. A investigação reúne imagens de câmeras e depoimentos de testemunhas. Um ponto a analisar é a marca do disparo no vidro traseiro: Maria Eduarda dirigia e ocupava o banco da frente. A apuração deve esclarecer a dinâmica da ocorrência e a ação do policial.
Com informações do portal g1.