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Nona fase da Operação Unha e Carne cumpre buscas contra pastor Márcio Poncio e sobrinho de Adilsinho no Rio
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Policiais federais saíram nesta quinta-feira (29) para cumprir quatro mandados de busca e apreensão na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A ação integra a 9ª fase da Operação Unha e Carne e tem como alvos o pastor Márcio Poncio e Bernardo Coutinho Loyola.

Pastor Márcio Poncio é alvo da operação
Pastor Márcio Poncio é alvo da operação (Foto: Reprodução/Instagram)

O religioso, que foi preso na 5ª etapa em 2 de julho e está em prisão domiciliar, voltou a sofrer buscas. Bernardo Coutinho Loyola, sobrinho do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho — contra quem foi cumprido mandado de prisão na Unha e Carne 5 —, é outro alvo. A TV Globo apurou que entre os endereços vasculhados estão salas comerciais de Poncio, apontadas pela PF como “estruturas operacionais e administrativas”. Já Bernardo é apontado como “um dos principais operadores” do esquema, e a PF foi até um imóvel residencial vinculado a ele.

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Desta vez, agentes miram uma organização criminosa “com ramificações voltadas a lavagem de dinheiro e ocultação de bens e valores”. A PF diz ter encontrado indícios de “uma complexa rede patrimonial” composta por imóveis de alto padrão, aeronaves executivas, veículos de luxo e empresas. Essas firmas, segundo a corporação, eram registradas em nome de familiares, colaboradores próximos e terceiros “formalmente desvinculados do núcleo investigado”, mas que permaneceriam sob administração de integrantes da organização criminosa.

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“Também foram constatadas a utilização recorrente de dinheiro em espécie, movimentações financeiras sem rastreabilidade compatível e o emprego de empresas nacionais e estrangeiras, além da possível utilização de entidades religiosas e holdings patrimoniais”.

A Polícia Federal explicou que a Unha e Carne 9 foi deflagrada após a análise dos dados extraídos do celular de um dos alvos da 5ª etapa. “Tais informações revelaram novos endereços, estruturas empresariais e ativos patrimoniais supostamente utilizados pelo grupo na administração, ocultação e movimentação de recursos financeiros”, explicou.

Com informações do portal g1.

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