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Lucas participa de seminário do Ministério do Planejamento e defende prioridade no combate à desigualdade
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Em João Pessoa, o vice-governador Lucas Ribeiro (PP) esteve presente no seminário “Diálogos para a Construção da Estratégia Brasil 2025-2050”, realizado nessa quinta-feira (3) pelo Ministério do Planejamento e Orçamento. O encontro reuniu especialistas, lideranças da sociedade civil e representantes do setor produtivo para discutir, de forma participativa, a elaboração de um plano estratégico que definirá as diretrizes do país para os próximos 25 anos. O evento teve como foco principal a construção coletiva de metas e ações que orientarão o desenvolvimento nacional em diferentes áreas, buscando alinhar perspectivas de diversos setores para um projeto de longo prazo.

Lucas destacou a necessidade de que o planejamento esteja focado em combater as desigualdades (Foto: Divulgação/Secom-PB)

Representando o governador da Paraíba, João Azevedo (PSB), o vice-governador destacou a necessidade de que o planejamento esteja focado em combater as desigualdades.  “A gente precisa ter a consciência de que crescimento não é desenvolvimento. Se não mudarmos a realidade das pessoas e não conseguirmos diminuir a desigualdade social, nada disso fará sentido”, afirmou Lucas Ribeiro.

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A Paraíba está entre os primeiros estados a receber o seminário, por meio das ações do Ministério do Planejamento e Orçamento. “Esses diálogos têm como objetivo acolher as demandas de todos os estados e regiões do país para que o nosso planejamento leve em consideração as diversas necessidades. Eles também são um instrumento de transparência e monitoramento das ações”, esclareceu a secretária nacional de Planejamento do Governo Federal, Virgínia de Ângelis.
 
Para o secretário de estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, Gilmar Martins, a ação é fundamental para a continuidade de políticas públicas estratégicas. “Nós estamos iniciando aqui na região Nordeste a estratégia para os próximos 25 anos. Não vamos pensar o Brasil apenas por períodos políticos eleitorais de 4 em 4 anos. A ideia é pensar o país a longo prazo, de maneira estratégica”, destacou.

Fonte: Secom-PB

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