O Ministério da Justiça publicou nesta segunda-feira (21) a demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal. Wellington Lima e Silva assinou a ordem na sexta (18). O motivo é a infração disciplinar de “abandono de cargo”, por “faltar ao serviço injustificadamente pelo período superior a trinta dias consecutivos”.

Cai o vínculo com uma carreira cuja remuneração inicial passa de R$ 14 mil, com progressão ao longo do tempo. A reportagem perguntou se ele recebia salário até a demissão e se cabe recurso. O ministério ainda não respondeu.
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Eduardo estava afastado da PF para o mandato na Câmara. Em 18 de dezembro o mandato foi cassado por excesso de faltas — a Constituição barra quem falta a mais de um terço das sessões deliberativas do ano. Eleito por São Paulo, vive nos Estados Unidos desde o começo do ano passado. Diz que foi para fugir de perseguição política e jurídica no Brasil.
Na sexta (18) a Primeira Turma do STF rejeitou, por unanimidade, o recurso contra a condenação por tentar interferir no julgamento do pai, Jair Bolsonaro (PL), na trama golpista. Em junho ele levou quatro anos e dois meses, a cumprir em semiaberto, e inelegibilidade de 12 anos — sem urna até 2038. Alexandre de Moraes relatou; Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin acompanharam no plenário virtual.
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A PGR acusa o ex-deputado de articular com o governo Donald Trump um clima de instabilidade e temor, com ameaça e retaliação estrangeira contra ministros do STF e o Brasil, para barrar a condenação do pai. Jair Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos e está em prisão domiciliar.
Com informações do portal g1.