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Casos Master e Carbono Oculto respingam na pré-campanha de Flávio Bolsonaro
Termômetro da Política
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Investigações da Polícia Federal sobre o esquema do Banco Master e a Operação Carbono Oculto começaram a produzir efeitos colaterais na pré-candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Aliado próximo da família Bolsonaro e presidente nacional do PP, o senador Ciro Nogueira foi alvo de ação da PF na semana passada. Diálogos interceptados indicam que ele teria recebido uma mesada do banqueiro Daniel Vorcaro, principal figura do caso Master.

Os dois escândalos são vistos como munição contra Flávio Bolsonaro (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)

A Operação Carbono Oculto, que apura lavagem de dinheiro do PCC por meio de fintechs e do setor de combustíveis, também trouxe revelações que atingem pessoas ligadas à campanha de Flávio Bolsonaro, segundo apuração da coluna Painel.

Os dois casos, ainda em andamento, já são vistos por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como munição política contra o pré-candidato do PL.

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Flávio Bolsonaro é um dos principais nomes da direita para a disputa de 2026 e conta com apoio de setores bolsonaristas. A proximidade com Ciro Nogueira, que tem forte influência no Centrão, era considerada estratégica para a campanha.

A coluna Painel, da Folha de S.Paulo, destacou que as investigações sobre o Banco Master e a Carbono Oculto começam a respingar diretamente na pré-campanha do senador fluminense. Até o momento, não há manifestação oficial da equipe de Flávio Bolsonaro sobre o impacto das operações.

Com informações da Folha de S.Paulo.

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