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Definição da eleição no Rio aguarda parecer da PGE
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O ministro Floriano de Azevedo Marques deu dois dias para a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) opinar sobre o pedido de Anthony Garotinho (Republicanos) de desistir do recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Só depois do parecer ele decide a questão. O caso pode fazer Douglas Ruas (PL) ser declarado governador do Rio ainda no primeiro turno.

Marques entendeu que os votos de Garotinho (acima) não poderiam ser considerados válidos
Marques entendeu que os votos de Garotinho (acima) não poderiam ser considerados válidos (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Na sexta-feira (2), antes da votação, Marques entendeu que os votos de Garotinho não poderiam ser considerados válidos e deveriam constar como anulados sub judice. A Justiça Eleitoral do Rio o considera inelegível por condenação por ato doloso de improbidade administrativa em 2018. No início da tarde, a defesa desistiu do recurso contra essa decisão. Cabe a Marques analisar o pedido ou levar o caso ao plenário.

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Se a desistência for aceita, os votos podem ser anulados de forma definitiva. Uma nova totalização seria determinada, e o Tribunal Regional Eleitoral do Rio poderia proclamar Ruas eleito no primeiro turno. Com a recontagem, ele passaria de 50% dos votos válidos, excluídos brancos e nulos — regra para vencer já na primeira votação.

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Ruas teve 4.271.199 votos, 49,27% dos válidos. Eduardo Paes (PSD) conseguiu 3.706.984, 42,76%. Garotinho recebeu 274.411, 3,17%, já com a candidatura barrada. O nome ficou na urna porque a decisão do TRE-RJ saiu depois do fechamento do sistema da urna eletrônica.

Fonte: Agência Brasil

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